domingo, 26 de agosto de 2012

A Família


 É muuito difícil quando você sente uma vontade incontrolável de praticar alguma coisa e não tem o apoio de quem mais precisa: Família.
   Não adianta você simplesmente fechar o olho pra tudo e pra todos, agir com impulso e fazer o que quer. Tem que parar e enfrentar de uma forma mais pacífica possível.
   Na dança isso é tão, mas tão nítido e comum...
   Alguns pais vêm à dança na vida de seu filho como impedimento de seguir a vida, como um obstáculo para poder fazer o que seus pais sempre desejaram. Os responsáveis muitas vezes não entendem a importância da dança na vida de seu filho. Nenhuma das duas partes toma uma iniciativa para que se resolva de forma calma a situação. 
   Por outro lado há pais que entendem sim o que se passa no coração e na cabeça de "seus dançarinos". Estão ao seu lado SEMPRE, apoiando quando há dificuldades, quando seus filhos escutam um NÃO, ou quando escutam de seus professores palavras que não são fáceis de engolir.
   Você que não tem uma relação boa com sua família em relação às coisas que faz e que gosta muito, não faça besteira. Não cometa erros que possam te prejudicar no que você mais quer e precisa.
   Às vezes quando estamos com muita raiva e achamos que sabemos o que fazer (mas na verdade, é um grande engano) tomou decisões que não vão nos trazer melhores consequências. 
   PENSE qual é a melhor forma de enfrentar seus problemas. SAIBA como lidar com seus familiares.                                                                           #DANCE como puuder.


domingo, 19 de agosto de 2012

Emoções

 
 Se uma coisa de ruim acontece na sua vida e você não sabe como lidar com a situação, obviamente isso vai acarretar consequências não muito boas.
   Você não vai escutar somente coisas que realmente gostaria de ouvir. Isso vai gerar em você sentimentos ruins, e se não tomar cuidado, cometerá erros em suas ações.
   Pessoas frustradas chegam a cometer auto-flagelo em seu próprio corpo para chamar atenção, ou também mudam seu estilo, etc. Tudo por que as coisas não acontecem como desejam.
   Há situações que você tem que abaixar a cabeça , e respeitar a decisão de pessoas que está de alguma forma acima de você. Mesmo que não concorde de maneira alguma com o que escuta, para ter o que deseja, é melhor não combater, não revidar, não enfrentar.
   Temos que aprender controlar nossas emoções, porque elas fazem muitos estragos se não tomarmos cuidado.
 Emoções tem auto poder de destruição ou não, tudo depende da sua reação.
 

TIRADO DO LIVRO NÃO LEVE A VIDA TÃO A SÉRIO, HUGH PRATHER

 "Ao contrário de muitos livros de auto-ajuda, este não tenta desvendar os pensamentos por trás de todas as emoções - nossa meta se limita aos pensamentos que destroçam nossa vida. Se não forem libertados, a raiva, a amargura, a arrogância ou o desejo de vingança - para dar nome a algumas dessas emoções mais venenosas - podem cavar um buraco tão fundo na nossa mente que será preciso o tempo de toda uma vida para escalar e sair dele. Sentimentos momentâneos de inocência, aborrecimento ou tranquilidade pouco mal farão aos outros.
   Mesmo quando os efeitos das emoções mais perturbadoras não alteram a vida, eles sempre ferem alguém - a você ou às pessoas a quem você ama. As exceções ficam para as opiniões e as fúrias passageiras atiçadas pela leitura de uma carta, pelo noticiário da televisão ou pelo modo como foi tratado o amigo de um conhecido no escritório. As mágoas que levamos a sério e as decisões sombrias que tomamos separam nossas famílias, ferem a saúde e prejudicam nossa capacidade de apreciar o que é simples.
   Os que procuram um caminho 'superior' e os que se esforçam por obter um grau incomum de autodisciplina, em geral, tentam pensar, sentir e agir com perfeição. É muito comum tentarem colocar-se à parte da 'multidão', o que acaba levando ao afastamento e à negação da felicidade."

(Prather, Hugh. Não leve a vida tão a sério/Hugh Prather. Página 61-Rio de Janeiro: Sextante, 2003)

domingo, 5 de agosto de 2012

Traga para você

TIRADO DO LIVRO NÃO LEVE A VIDA TÃO A SÉRIO, HUGH PRATHER
   " Um dia um indivíduo me ligou e disse que seu amigo Lloyd ia tirar a própria vida. Ele explicou que não se tratava de um impulso - Lloyd havia levado muitas semanas para chegar a essa decisão. O amigo conseguira obter uma concessão: eu poderia ir à casa de Lloyd para uma conversa.
   Embora fosse meio-dia, entrei numa casa tão escura que não conseguia ver onde pisava. As cortinas estavam cerradas e só uma luz bem fraquinha estava acessa. Lloyd aparentava uns quarenta anos - e não levantou quando entrei. Estava sentado num sofá da sala.
   Lloyd me agradeceu por ter vindo e logo começou a explicar por que decidira cometer suicídio. Contou como havia perdido o emprego e há mais ou menos um ano sua esposa o deixara, levando a filha de dez anos. Havia envenenado tanto a menina contra ele que ela já não queria falar com o pai.
   Os suicidas são muito retraídos; descobrir a maneira de ajudá-los é um jogo de adivinhação em que as probabilidades de dar certo ou errado são meio a meio. Tive sorte porque Lloyd falava espontaneamente.       Enquanto Lloyd explicava por que iria se matar: sua família era tudo o que importava, e agora estava destruída, notei que ele sempre voltava as mesmas histórias e lembranças dolorosas.
   Uma avaliação recorrente que tinha de si mesmo era que nunca tinha de de si mesmo era que nunca tinha sido uma pessoa muito gostável". Enquanto escutava, eu ia anotando uma lista desses pensamentos. Por fim, ele fez uma pausa e eu disse:
   _Não tentarei convencê-lo a não fazer isso, mas não há nenhuma necessidade de sofrer tanto. Você não gostaria de se sentir mais confortável e em paz agora mesmo?
   Ele disse que sim. Fui até a cozinha e voltei com um saco plástico de lixo. Rasguei a lista que havia feito e coloquei os pedaços no saco.
   _Lloyd, eu quero que você pense que tudo que está nesse saco é lixo. Para se livrar da dor, você só tem de seguir uma regra. Você pode pensar sobre qualquer assunto que estiver no saco de lixo, mas, para fazer isto, terá de pegar a tira com esse assunto e segurá-la em sua mão enquanto estiver pensando. Quando achar que pensou o suficiente sobre o que estava escrito naquela tira, coloque-a de novo no saco.
   A história teve um final feliz. O ato de apanhar conscientemente um pensamento e colocá-lo no saco permitiu a Lloyd sentir momentos de reflexão. Ele percebeu que os sentimentos de desolação desapareciam e se deu conta de que ele era o único responsável por suas dores. Foi o emprenho em fazer conscientemente o exercício que o salvou.
      Não se preocupe com a maneira certa de procurar orientação ou pedir ajuda
Quando um pedido de paz vem do fundo do coração, 
a paz sempre será providenciada."


 (Prather, Hugh. Não leve a vida tão a sério/Hugh Prather. Página 128-Rio de Janeiro: Sextante, 2003)